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Nossa História

As origens do Progressistas estão ligadas ao processo de redemocratização do Brasil e a eleição de Tancredo Neves e José Sarney, presidente e vice-presidente da República, pelo Colégio Eleitoral em janeiro de 1985.

No momento em que se decidia a sucessão do presidente João Figueiredo (1979-1985), o Partido Democrático Social (PDS), então partido de apoio ao governo, conseguiu impedir, na Câmara dos Deputados, o restabelecimento das eleições diretas, mas não evitou a disputa interna pela candidatura presidencial. O PDS dividiu-se em dois grupos e dois candidatos, o então ministro Mário Andreazza e o ex-governador Paulo Maluf. Com a vitória de Maluf na Convenção, o partido se desagregou. Uma de suas facções fundaria o PFL (Partido da Frente Liberal) e se aliaria ao PMDB para apoiar Tancredo Neves, enquanto a outra seguiria seu caminho até a derrota no Colégio Eleitoral.

De partido de governo, o PDS passa ao declínio na oposição, à espera de melhores dias, preservando seus espaços. A fragmentação do quadro partidário brasileiro, contudo, vai aumentando ao sabor das crises políticas pós-Constituinte de 1988. Com a gradual normalização da vida política, após o impeachment de ex-presidente Collor de Mello, começa a nascer o atual Partido Progressista.

Em 1993, o PDS funde-se com o Partido Democrata Cristão (criado em 1988) e nasce o Partido Progressista Reformador (PPR). O reagrupamento de forças estaduais de perfil moderado e conservador, porém, teria prosseguimento. Em 1995, o Partido Progressista Reformador promovia nova fusão, agora com o Partido Progressista (PP), legenda criada no ano anterior, também por agregação de outras forças partidárias. Nascia, então, o Partido Progressista Brasileiro (PPB), desde logo comprometido com o apoio ao Plano Real, ao governo Fernando Henrique Cardoso e à estabilização econômica do Brasil.

Findo o governo Cardoso e completado mais esse ciclo na vida política do país, a Convenção Nacional do PPB, buscando inspiração nas transformações políticas internacionais, decide, em 4 de abril de 2003, retirar da sigla PPB o “B”, ficando apenas “PP” – PARTIDO PROGRESSISTA.

O Partido Progressista tem história. Suas raizes mais distantes estão no PSD e nas bases construídas pela Arena e pelo PDS em todo o Brasil. Em cada estada, — em cada cidade brasileira existo um núcleo social + político que, sob diversas legendas, apresenta o vaso contingente de eleitores de centro e conservadores que compõe a maioria da opinião pública brasileira Vicissitudes e crises afetaram todas as legendas partidárias no Brasil. Muitas não passam hoje de uma sombra. Não é o casa do Partido Progressista. Suas bases sociais continuam vivas é ativas, prontas para crescer sob o comando de novos. lideres.

Hoje, de acordo com dadas do TSE, 11,5 milhões de brasileiros são filiados a partidos políticos, a que corresponde a menos de 10% do total de eleitores habilitados, Esse número, apesar de mostrar o baixo engajamento politico dos brasileiros, também delimita com muita clareza a capacidade de atração exercida pelos partidos e a qualidade dos trabalhos realizados por suas bases. O Partido Progressista, de acordo com esse indicador, aparece na segunda colocação nacional. Das 11,5 milhões de eleitores filiados a partidos politicos, 11% ou 1,26 milhão integram a lista de progressistas.

A conjugação entre esse amplo leque de filiados e as bases ativas do partido certamente term contribuído para o bom desempenho eleitoral do PP. No plano municipal, o trabalho minucioso e coordenado das 27 diretórios estaduais permitiu à eleição de 553 prefeitos em 2004. O resultado manteve o partido entre as quatro maiores agremiações politicas do país
nesse plano da organização federal, Aida no pleito de 2004, O Partido elegeu 4.276 vereadores, um número que coloca o PP mais uma vez entre os quatro maiores partidos do Brasil.

Prefeitos e vereadores são o fundamento das demais campanhas para à eleição da Poder Legislativo estadual e federal Apesar da competitividade crescente da politica brasileira, o PP segue firme em sua posição

Não é difícil entender esse resultado; eficiência em campanhas e qualidade das lideranças. Em 2004, 0 Partido Progressista registrou menos candidatos que as grandes legendas, mas teve O terceiro melhor aproveitamento final, elegendo 43,8% das seus candidatas. A boa relação eleito/candidato obtida pelo partido em 2004 reflete à alta capacidade do ação e à eficiência das bases nas trabalhos de campanha

Com esse bom desempenho no âmbito local, o PP pavimentou o caminho para as eleições nacionais de 2006. Nesse plano, corvo tera sado regra durante toda a nova República, os progressistas continuam a colher os frutos de seu comprometimento regional e da vasta rede social mantida por suas lideranças. Enquanto muitas legendas viram sua existência ameaçada pela regra da cláusula de barreira, o PP teve novamente seu esforço recompensado, passando
ao largo das questões que consternaram os pequenos médios partidos no último pleito.

Nas eleições para a Câmara dos Deputados, o partido elegeu 41 representantes em 2006, firmando-se definitivamente como uma grande força nº Congresso brasileiro Foram mais de 6,5 milhões de votos espalhados por todas as unidades da federação, que fizeram do Partido Progressista uma das maiores instituições político – representativas do pais.

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