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Nota Oficial
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Os Municípios vão às urnas em 2020

As eleições municipais são as mais importantes, pois as pessoas moram no município. Teremos mais de 500 mil pessoas disputando as eleições. Serão eleitos 5.570 prefeitos e seus vices e 57.592 vereadores (números de 2016).

É na eleição municipal que aflora o melhor sentimento do voto cidadão, pois é onde o eleitor esta mais perto e melhor conhece os candidatos. Isto consagra a expressão do deputado americano Tip O’ Neill “TODA A POLÍTICA É LOCAL”.

Será a primeira eleição que veda a coligação partidária para vereador e haverá um novo jogo a ser jogado. A medida resultará na diminuição do número de partidos, já que serão afastados os menos competitivos, e os de aluguel.

Será a primeira eleição municipal com recursos públicos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha criado pela Lei 13.487/17. Sem discutir o mérito e os valores cabem duas exigências: critérios justos na distribuição dos recursos e transparência na prestação de contas. Outro debate é a credibilidade dos partidos. Desgastados, por estarem desconectados com o eleitor, eles continuam vitais para a democracia e na organização do exercício do poder.

Qual será a influência nas eleições municipais do atual cenário nacional marcado pela polarização? A polarização em si própria, não é o problema. O problema está nos extremos e na intolerância que reduz as relações sociais, mesmo entre pessoas próximas.

A eleição municipal fica no meio da nacional, anterior (2018) e da subsequente (2022). Por essa lógica ela carregará um pouco da anterior e será uma bússola indicativa da futura. É preciso diminuir os ressentimentos e o clima raivoso de 2018 e evitar nacionalizar a eleição pelo debate ideológico e pelos efeitos da precoce campanha eleitoral de 2022.

É imperativo priorizar a discussão de temas locais, colocando os interesses desses eleitores em primeiro lugar. Precisamos resgatar o diálogo entre as pessoas que vivem na mesma comunidade. A democracia é a convivência entre diferentes.

Cabe aos partidos participarem, com ética e de forma justa, apresentando propostas realistas e candidatos honestos, competentes e com visão do bem comum. Compete ao eleitor comparar as propostas e os candidatos e, no silêncio da urna, com liberdade, fazer a sua escolha. Por fim cabe lembrar Neruda: “As pessoas são livres para suas escolhas e reféns de suas consequências”.

Celso Bernardi – Presidente Estadual do Progressistas – PP/RS

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