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	<title>Ernani Polo &#8211; Partido Progressista</title>
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	<description>Progressistas do Rio Grande do Sul</description>
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		<title>Hora de olhar para o Futuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ernani Polo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2020 17:52:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Toda crise também é uma oportunidade para mudar: aprender com bons exemplos, reinventar-se e propor soluções para a retomada da economia. Com o projeto Futuro [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Toda crise também é uma oportunidade para mudar: aprender com bons exemplos, reinventar-se e propor soluções para a retomada da economia. Com o projeto Futuro RS, o Rio Grande do Sul se une para que a desafiadora caminhada de 2020 se converta em ações e atitudes capazes de trazer esperança e novos rumos.</p>
<p>Os dados da pesquisa feita pelo Methodus são uma bússola neste cenário dominado por incertezas. Uma das conclusões é de que o papel dos prefeitos não está centrado somente na figura de um “zelador” da cidade. São agentes de humanização. Estão na linha de frente, cuidam das pessoas, planejam e adotam medidas para que o novo coronavírus cause um impacto menor na economia e na vida de cada um.</p>
<p>Para os nossos municípios, os dias têm sido de superação e coragem. A brutal queda na arrecadação obriga gestores municipais a se reinventar, reorganizar estruturas e enxugar mais ainda as despesas. Em outras palavras, cortar na própria carne, mas sem descuidar das demandas de infraestrutura.</p>
<p>E a desburocratização dos processos não fica fora da rotina. É preciso agilidade na tomada de decisões e nas respostas à população e ter uma administração mais eficiente, apesar de todas as restrições financeiras impostas pela crise e pela queda nos repasses estaduais e federais. Muitos prefeitos terão de ampliar os programas de proteção social e de emprego, principalmente depois de a União deixar de conceder os benefícios emergenciais.</p>
<p>As adversidades deverão ser enfrentadas com ações capazes de minimizar a desaceleração das cadeias econômicas, com alternativas de abertura e circulação que reduzam o impacto do desemprego nas cidades e regiões. Para 80% dos entrevistados, o crescimento do desemprego é uma grande preocupação. Não podemos esquecer que, em um estado com reconhecida vocação agrícola, o setor primário seguirá como uma das molas propulsoras de renda e trabalho – tudo isso sem descuidar da ativação de setores importantes como turismo, comércio, indústria e serviços.</p>
<p>Sozinhos, os municípios não sairão da crise. Mais do que nunca, os governos Federal e do Estado devem ser um indutores do desenvolvimento: propor medidas que ajudem a alavancar os municípios, com uma política tributária mais justa e capaz de atrair novos investimentos. A participação das universidades (e dos COREDES), conforme da pesquisa, adquire especial importância para 74% dos entrevistados que as consideram fundamentais para o crescimento da região.</p>
<p>E nós, do Parlamento, temos a responsabilidade de propor soluções que ajudem a virar o jogo, como estamos fazendo no Fórum de Combate ao Colapso Social e Econômico. Eis que os resultados do levantamento demonstram que estamos no caminho certo: grande parte das soluções passa por iniciativas que visam o aumento da competitividade gaúcha. Essa é a grande bandeira que temos empunhado em nosso mandato à frente da Casa, e é um compromisso reafirmado pelos parlamentares desde o início da crise.</p>
<p>O pós-pandemia requer soma de esforços, com responsabilidade, equilíbrio e serenidade. Só teremos isso se nos abrirmos para o diálogo e fizermos um exercício de reflexão – como neste desafio que o Correio do Povo nos propõe. Vamos nos irmanar em torno de um Rio Grande com mais empatia e atitude. E, principalmente, com os olhos voltados para o futuro.</p>
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