Frederico defende binacionalização do aeroporto de Riveira e trata sobre o " Zero Quilo" na fronteira


Em missão parlamentar ao Uruguai para acelerar tratativas em favor dos interesses da Fronteira do Estado, o líder da bancada do PP, deputado Frederico Antunes, reuniu-se nesta terça-feira (21), em Montevidéu, com diversas autoridades do país vizinho para tratar sobre a binacionalização do aeroporto de Rivera e o chamado “Zero Quilo”, mecanismo de bloqueio adotado pela Aduana uruguaia à entrada de produtos brasileiros.

No encontro com o Diretor Geral do Ministério de Relações Exteriores do Uruguai, Embaixador César Burlé, o diretor de Assuntos de Fronteira, Daniel Luquin, Diretor de Assuntos Multilaterais, Mário Liori,  o Deputado Tabaré Viera e equipe, Frederico disse que o desejo de concretizar a binacionalização do aeroporto, que possibilitaria o retorno dos vôos em benefício das cidades de Santana do Livramento, no Brasil e, Rivera, no Uruguai, é de interesse de todos os entes envolvidos. "Precisamos unir todas as pontas convergentes e tirarmos este sonho do papel", disse o parlamentar. Antunes destacou ainda o apoio do Ministro Chefe da Secretaria da Aviação Civi, Eliseu Padilha ao pleito da binacionalização do aeródromo.

Atendendo à solicitação da Associação Comercial e Industrial de Livramento (ACIL), Frederico também falou sobre as barreiras que têm sido impostas pela aduana uruguaia ao ingresso de produtos brasileiros – aqueles destinados destinados a alimentar famílias -, o chamado “Quilo Zero”. “Devemos ressaltar o espírito de cooperação e integração do Mercosul, em especial do Brasil e Uruguai.”, ressaltou o líder do PP.

Nesta quarta-feira (22), ao lado do governador José Ivo Sartori e dos secretários Pedro Westphalen, Watuir Jacini e Fabio Branco, Frederico Antunes participa de audiências com o presidente do Uruguai, Tabaré Vazquez, e com o ministro das Relações Exteriores, Rodolfo Nin Novoa, onde também irão abordar o tema da binacionalizacao do Aeroporto de Rivera, além de temas relacionados à integração em áreas como saúde e educação e o melhor aproveitamento dos 150 quilômetros da faixa de fronteira.

Crédito: Cistiano Guerra